O despertador tocou várias vezes, mas poucas foram as vezes que escutei, me despertei sem vontade e com muito sono.Imagine alguém correndo atrás do ônibus para ir a universidade,entrar em uma sala de aula para escrever algumas linhas sobre como acordou e outras coisas.
Penso que poderia ter ficado em casa, já que vim para fazer algo que não necessita muito além papel e caneta, e isto eu tenho em casa.Vim para a universidade então para que? Para quem?
Acredito que estou aqui para cumprir um papel social hipócrita que é o de apenas representar a situação “eu freqüento uma universidade” logo não sou vagabundo,pois ser vagabundo não é bom e cansa.
Estou aqui um pouco pelos amigos dos meus pais,pelos meus pais,pelos meus amigos e até mesmo por minha culpa.Sim estou aqui,vou ficar mais um tempo e vou embora, chegar em casa com um sorriso falso e beijarei meus pais contando que a aula estava boa, até mesmo para eles se conformarem com seus gastos financeiros.
Existem momentos na vida que vejo como necessário se afastar do cotidiano social e tentar se descolar destas coisas pré-meditadas por uma mente coletiva da qual não sabemos (ao menos eu não sei) a quem pertence.A separação do individuo em relação ao social é inevitável para a criação e o acréscimo no desenvolver do pensar.
Vivemos condicionados pelo social, e isso basta para se sentir tão pouco, visto que quando eu morrer no máximo dez pessoas vão lembrar de mim nos próximos cinqüenta anos após a minha morte.Admitir ser tão pouco é difícil para os seres humanos, por isso acredito que o poder tenha se estabelecido através desta questão...pois ser nada é complicado, e acreditar ser alguma coisa é mais simples e fácil...
Penso que poderia ter ficado em casa, já que vim para fazer algo que não necessita muito além papel e caneta, e isto eu tenho em casa.Vim para a universidade então para que? Para quem?
Acredito que estou aqui para cumprir um papel social hipócrita que é o de apenas representar a situação “eu freqüento uma universidade” logo não sou vagabundo,pois ser vagabundo não é bom e cansa.
Estou aqui um pouco pelos amigos dos meus pais,pelos meus pais,pelos meus amigos e até mesmo por minha culpa.Sim estou aqui,vou ficar mais um tempo e vou embora, chegar em casa com um sorriso falso e beijarei meus pais contando que a aula estava boa, até mesmo para eles se conformarem com seus gastos financeiros.
Existem momentos na vida que vejo como necessário se afastar do cotidiano social e tentar se descolar destas coisas pré-meditadas por uma mente coletiva da qual não sabemos (ao menos eu não sei) a quem pertence.A separação do individuo em relação ao social é inevitável para a criação e o acréscimo no desenvolver do pensar.
Vivemos condicionados pelo social, e isso basta para se sentir tão pouco, visto que quando eu morrer no máximo dez pessoas vão lembrar de mim nos próximos cinqüenta anos após a minha morte.Admitir ser tão pouco é difícil para os seres humanos, por isso acredito que o poder tenha se estabelecido através desta questão...pois ser nada é complicado, e acreditar ser alguma coisa é mais simples e fácil...

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